Jasmine
— Por favor! — suplico quase sem forças.
— VOCÊ O AMA, PORRA?!
— SIM!! — grito. — Só... não faça nada... não faça nada com ele! — suplico.
— É uma pena! — Ele grunhe apontando a arma para a sua cabeça e eu faço não com a cabeça. Eu quero gritar, preciso gritar, mas o som não vem. Tento me mexer, correr para impedi-lo, mas não consigo sair do meu lugar. Correntes pesadas me mantém presa e desesperada começo a gritar.
— NÃO! NÃO! NÃO FAÇA ISSO! — Os olhos suplicantes de Jonathan me fitam