Mundo de ficçãoIniciar sessãoMeu celular toca novamente no quarto e eu fecho os olhos com força, abraço meus joelhos e afundo meu rosto entre eles.
— Quer que eu atenda?
— Não posso te pedir isso, Eli. — Fungo e seco as lágrimas.
— Você não pediu, eu me ofereci. — O toque insiste e eu solto um longo suspiro derrotado.
— Tudo bem, mas se for ele, pode jogar o celular pela janela. — Ele apenas concorda e sai do banheiro, mas volta segundos depois com meu celular ainda tocando.
— Ayla. É s







