Sua voz tremia violentamente.
Ele começou a se curvar repetidamente, sem qualquer dignidade.
— Desculpe... Eu juro, não tive má intenção. Eu só queria levá-la para casa. Sinto tanto a falta dela, não consigo viver sem ela.
— Desculpe, sogro... eu não sabia da verdadeira identidade dela... — Ele entrou em pânico. — Não, não é isso que eu quis dizer. O que quero dizer é que, não importa de que família Cecília venha, eu a amo.
Naquele momento, Aurelio era como um cão rastejando aos meus pés, seu an