Esperei Alice terminar o café da manhã e, logo depois, saímos do hotel.
Entrei no carro sentindo um frio na barriga difícil de explicar.
Minhas mãos tremiam sobre o volante.
Enquanto dirigia, tentava imaginar como seria aquela conversa com a minha avó.
Repetia mentalmente tudo o que pretendia dizer.
Queria que fosse uma conversa tranquila.
Queria que ela finalmente me escutasse.
Respirei fundo quando entrei na rua de sua casa.
Meu coração acelerou ainda mais.
Assim que alguns vizinhos percebera