Não foi preciso abrir a porta para ouvir os soluços de Kate. Ela estava sentada em um banco, com as costas apoiadas na parede e os joelhos erguidos contra o peito. Seus braços estavam apoiados sobre os joelhos e sua cabeça estava baixa numa tentativa de esconder seu rosto.
Eu me sento ao seu lado e passo minha mão em seu cabelo. – Kate, o que houve?
Ela levanta a cabeça e seu rosto está banhado em lágrimas – Eu o amo, Sam. E eu o odeio por ser tão idiota. Ele é tão... – Eu decido não a bombard