Capítulo 004

• Hugo - Perigo 🤯 

08:00H

Já tinha fumado uns dois cigarros e um fino de maconha na espera da pretinha, o bagulho é de sete e meia ela já atrasou meia hora, já tava na neurose.

__ ta atrasada preta. - falei sério quando vi ela entrar toda sem graça na cela.

__ desculpa, eu errei a fila. - a preta tava sem graça mesmo e paradona na portinha.

__ de boa, vem cá. - falo tentando fazer ela sair da porta.

Ela riu nervosa vindo até mim, toda gostosinha.

__ Bom dia Perigo. - falou toda bonitinha parando na minha frente, puxei ela que caiu sentada no meu colo, passei o cabelo dela pra trás e depositei um beijo no canto da boca dela, tava na meta de fazer ela ficar o mais de boa possível, tava tensa pra porra.

__ bom dia preta. - sorrir com o rosto no pescoço dela mo cheirosa. - o que tu trouxe pra mim, hum? - perguntei tentando quebrar o clima.

__ tem cuscuz recheado, uns brigadeiros e suco de acerola, Thalles disse que você gosta. - falou levantando do meu colo indo até as bolsas que ficou na porta quando ela entrou.

__ Th. - corrigi incomodado por ela ter chamado ele pelo nome nem eu entendi o bagulho, só sei que não curtir ouvir ela chamando ele com mó intimidade.

__ é, Th. - falou sem graça - você quer comer agora ou depois? - vi que ela tava tensa demais.

__ depois pô, primeiro quero curtir tua presença, vem cá. - chamei de novo, gostei pra caralho de sentir o cheiro dela.

Ela riu sem graça e veio, sentou em uma das minhas pernas, me olhando, esperando eu fazer alguma coisa, sabia que a atitude ia ter que ser minha, então sem perder tempo eu segurei o cabelo dela por trás da nuca e juntei nossas bocas em um selinho demorado, e aos poucos fui pedindo passagem com a língua, sinto o corpo dela ficar rígido e tenso, mas mesmo assim ela cedeu, deixando eu sentir o gostinho do beijo que ela tinha.

Sinto ela arranhar minha nuca fraquinho com as unhas grandes e se movimentar trocando de posição, passando uma perna em cada lado da minha cintura, se encaixando em cima de mim.

Separo nossas bocas, descendo os beijos pelo pescoço dela.

__ esperei pra caralho por esse momento. - murmuro baixinho no ouvido dela que geme baixinho. 

Não é de hoje que eu tava de olho na preta, chegou na favela chamando atenção de qualquer malandro, mas quando bati o olho, sabia que queria ela no meu porte, dei a ordem pra ninguém mexer e assim foi feito, joguei de avanço várias vezes e ela negou, comigo não tem essa de desistir fácil, respeito a vontade dela de não querer, se ela abrir a boca pra dizer que não quer fazer caralho nenhum hoje, eu respeito...apesar de querer pra porra ela no meu porte.

Ela é toda tímida, mal fala, mas eu consigo enxergar no olhar dela que ela quer tanto quanto eu... não é de hoje que eu jogo de avanço nela, tá cansada de saber que ela é meu sonho, mas pagava de doida quando tava pela favela, juntei o útil ao agradável mesmo, tá me devendo e vai ter que pagar, mas é como falei, se ela dizer que não quer fazer a íntima vou respeitar, mas pelo menos trazer informação, ela vai...

__ você é maluco. - sussurrou e eu rir fraco, ela não tava mentindo.

__ maluco por você, desde que bati os olhos, você sabe. - mordi o pescoço dela fraquinho vendo ela se arrepiar e rir fraco. - me diz Luna, posso fazer o que eu tô querendo a um tempo com tu, ou tu vai pagar de doida como sempre? - perguntei, queria o aval dela, disse que queria ela aqui por conta dos aluguel atrasado e que ela não tinha pra onde correr, mas não sou nenhum maluco de fazer contra a vontade da mina, estrupador na minha favela não tem vez.

__ e o que você quer fazer comigo? - perguntou toda pilantra.

__ quero fazer tua buceta de bala, chupar até tu gozar gostoso na minha boca e depois te foder até tu entender que tá no meu porte e não tem pra onde correr. - falei rouco cheio de tesão, ela não correu ou me negou, pelo contrário, esfregou a buceta por cima do meu pau que já estava quase saltando da calça do uniforme laranja.

__ hoje você pode fazer o que quiser comigo Perigo, hoje eu sou sua. - admitiu o que eu tanto quis ouvir por tanto tempo, sem perder tempo eu puxo o rosto dela pra mais perto, com a mão em volta do pescoço dela junto nossas bocas em um beijo rápido e gostoso, queria pra caralho explorar ela toda, deixar minha marca nela.

__ só hoje não preta, tu é minha, tá no meu porte e não tem escapatória. - falei autoritário quando nossas bocas se separou, ela não deu moral, tá achando que eu tô brincando mesmo. - quero te ver, levanta e tira a roupa. - mandei e ela riu sem graça, mas fez. 

Levantou ajeitando o cabelo atrás do corpo e tirou o blusão de frio que tava sobre o corpo dela, me deixando ver o sutiã vermelho que segurava os peitos dela, não eram grandes, nem pequenos, tavam na medida certa, iam caber direitinho na minha boca e eu ia me acabar ali.

Sem pressa ela tira o sutiã, fazendo os peitos saltar, minha boca chega salivou, caralho de preta gostosa da porra.

Vejo ela descer a mão lentamente e desabotoar a calça, do mesmo jeito ela tira a calça do corpo, lento, me deixando ver cada detalhe dela, e a calcinha de renda vermelha me chamou atenção pra caralho, vermelho é a cor dela, namoral.

__ a calcinha não. - falo e ela me olha confusa. - vem. - chamo e ela vem andando lentamente até mim, para na minha frente em pé, minhas mãos sobem devagar pelas pernas dela fazendo uma trilha até parar na buceta dela coberta pela calcinha, tava encharcada pô, a pretinha tava com tesão e pagando de doida pra cima de mim.

__ humm, não maltrata não Perigo. - resmungou quando eu coloquei a calcinha para o lado e passei meu dedo indicador por ali de leve no clitóris sentindo a buceta toda babada, gostosa demais.

__ caladinha, aqui quem manda sou eu. - falei e ela ia retrucar, mas bem na hora eu enfiei dois dedos nela.

__ porra. - gemeu e eu me amarrei em ver ela entregue daquela forma. - isso preto, assim mesmo. - resmungou enquanto eu fazia os movimentos, entrando e saindo da bucetinha quente e gostosa dela, minha perdição porra.

Sem tirar os dedos dela, eu puxo ela pra deitar na cama, abro mais as pernas dela, melhorando a visão do caralho que eu tava tendo, em breve ela ia gozar gostoso.

__ olha pra mim preta, quero ver tu gozando de olhos abertos, se fechar eu paro. - mando quando vejo ela fechar os olhos e tentar fechar as pernas. - curte e goza gostoso pro teu homem, vai. - mando sem parar os movimentos.

•••

__ o Th pediu pra te avisar que ele conseguiu falar com o Russo e que não vai precisar esperar um ano não, vai ser menos só não sabe quanto tempo vai ser, mas um ano não vai ser. - ela falou enquanto eu comia o cuscuz que ela trouxe, me amarrei de verdade, tava precisando de uma comida caseira boa, porque a lavagem que serve aqui é foda.

__ diz a ele que quanto mais cedo melhor. - ela assentiu - quero tu no meu nome preta. - falei olhando ela e ela desviou o olhar.

__ isso é loucura Perigo, tu tem várias cara, eu vou ficar vindo até tu sair, quando sair cada um segue o rumo pô. - falou toda seria e eu neguei.

__ quando eu quero uma coisa já era, eu quero tu e vou ter, não adianta negar não, você fica vindo e quando eu sair nós resolve, pode ser? - puxei ela para meu colo, mo gostosinho ficar com ela grudado.

__ pode né, tu não me deu opção. - falou emburrada e eu ri beijando o pescoço dela.

__ tu se amarra no bandido que eu sei, só não quer admitir. - falei rindo.

__ tu é emocionado né cara. - me gastou.

__ emocionado não, só curto o bagulho mais sério, eu me amarrei em tu, e tô ligado que tu também se amarrou em mim, pra quê adiar as coisas? - falei namoralzinha, mas ela me ignorou, só abraçou meu pescoço e ficou por ali pagando de doida como sempre.

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