Respondo — e dessa vez eu deveria ir. É o que faz sentido. É o que mantém tudo no lugar. O pai dele está naquela casa. Os empregados circulam. Existem regras, expectativas, limites que eu conheço bem demais para ignorar.
E ainda assim…eu não me movo.
Fico.
Um segundo a mais. Dois.
E então tudo o que eu ouvi atrás daquela porta volta de uma vez só. O jeito como ele disse meu nome. A forma como me defendeu sem hesitar. A certeza. A escolha.
Sem cálculo.
Sem vantagem.
Sem necessidade.
Só… escolha.