Depois de toda aquela explosão, o quarto mergulhou em um silêncio pesado, mas confortável. Não era estranho, era o tipo de pausa que vem depois de algo intenso demais, quando o corpo ainda está tentando acompanhar o que acabou de acontecer. Cada um ficou no seu tempo, recuperando o fôlego, ainda absorvendo tudo.
Eu fiquei deitado na cama de Andrea encarando o teto, tentando organizar a cabeça. O que mais me incomodava não era nem a intensidade daquilo tudo, era o Cláudio. Eu ainda não sabia qua