Camille
2 meses depois
A rotina no convento era estranha, mas, ao mesmo tempo, simples e quase confortante.
Não havia mais caos, nem o som incessante de passos rápidos nos corredores, nem o som de tiros e explosões. Era o tipo de silêncio que sufocava, mas que, de algum modo, me permitia respirar. A cada dia, eu me levantava cedo, logo ao amanhecer, e seguia o ritmo das freiras.
A vida no convento se resumia a uma sucessão de tarefas diárias: orações, cuidados com as crianças, arrumação e limpe