Cadu
Droga! A raiva fervilhava em minhas veias como um vulcão prestes a explodir, e meu coração batia em um ritmo frenético, como um tambor de guerra, declarando minha indignação. Eu ainda estava ali, imóvel no corredor do prédio, atordoado, como uma estátua de pedra incapaz de absorver o cinismo descarado daqueles dois. A fúria queimava meu peito como um incêndio incontrolável e a raiva me consumia, alimentada pela mentira de Verônica e meu irmão. Eles estavam juntos, mas haviam escondido isso