— Esta é a casa da minha filha — Areta disse, com um sorriso radiante que não deixava espaço para contestação. — Por que não posso estar aqui?
Ela deslizou por entre Suzi e Alana com a leveza de quem não percebe — ou finge não perceber — o constrangimento que deixa para trás, e foi direto para a cozinha carregando duas sacolas.
Alana tentou dizer alguma coisa. Já era tarde demais.
— Alana, mamãe comprou pão. Pode deixar que eu me viro no café da manhã. Você vai trabalhar e não precisa se preoc