A caminhonete atravessou o portão principal da Hacienda devagar, não por cautela mecânica, e sim porque o peso do que vinha dentro não cabia em velocidade. Rafael observava tudo pela lateral, atento ao entorno, enquanto Ingrid, no banco do carona, mantinha as mãos fechadas no colo, os dedos apertando a própria pele como se, a qualquer momento, o veículo pudesse dar meia-volta e devolvê-la à rua apertada de onde saíra.
Quando o carro parou diante da escadaria principal, ela ficou alguns segundos