Camila saiu do corredor como quem foge de um quarto sem ar. Deixara o bebê com Nazaré, dois seguranças na porta, o peso das últimas revelações ainda grudado na pele; precisava ver o céu, mesmo que fosse o céu pálido do fim de tarde sobre uma hacienda sitiada.
Na varanda, apoiou as mãos no corrimão e viu o pátio diferente. No lugar de empregados carregando caixas, homens armados com rádio na cintura, passos medidos, olhar atento. No centro, o utilitário vibrava em marcha lenta, dois seguranças n