Sentei-me à mesa e tirei da gaveta o anel que pertencia à minha família há anos. Analisei-o por um momento, e aquele anel não tinha personalidade, pelo menos não a de Luisana. Ela precisava de algo mais, algo que combinasse com sua maneira de ser.
Peguei algumas folhas em branco e comecei a fazer alguns esboços do anel que gostaria de dar a ela. Queria algo bonito, mas ousado, um anel que tivesse muita presença.
Depois de alguns esboços jogados fora, decidi levantar-me. Coloquei o anel que pert