Permaneci abraçada a Gael por alguns instantes, ouvindo o som firme e constante do coração dele sob minha orelha.
Cada batida parecia sussurrar a mesma coisa.
Você está segura.
Você está em casa.
Você é minha.
Fechei os olhos e inspirei o perfume dele — amadeirado, familiar, reconfortante. O mesmo cheiro que me acompanhou em pensamentos durante os dias em que fiquei presa naquele depósito.
Levantei o rosto devagar.
— Quer ver uma coisa?
Gael me observou por alguns segundos antes de asse