Eu até poderia colocar a culpa no clima, na surpresa, no vinho, mas a verdade é que a culpa era do Pedro, não importava onde, quando, nem o porque, eu sempre estaria morrendo de tesão ao lado desse homem.
Tudo bem, isso foi o vinho falando, mas só um pouquinho.
Assim que entramos no carro eu sei que não vou esperar até chegar no hotel, eu preciso dele e preciso dele agora, subo em seu colo e me encaixo nele, aquele sorrisinho sacana termina com qualquer gota de sanidade que eu tinha.
Pedro me b