O dia começava devagar na cidade, com a brisa do mar soprando pela janela de vidro da Livraria-Café Tulipa. Bridget, sentada na bancada com uma xícara de cappuccino nas mãos, observava os detalhes da nova decoração. A madeira restaurada, os livros bem organizados, o aroma do café recém-passado. Tudo estava pronto para a reinauguração.
Mas, mesmo com tudo em seu devido lugar, havia uma inquietação que não a deixava. O vulto que vira na saída da última visita ao shopping ainda a perturbava. Desde