Helena estaciona o carro em frente à casa de sua avó. Havia pedido para Alana chamar seu pai para uma reunião com ela e Norma, e, assim que chegou à casa da avó, seu pai chegou logo em seguida.
- Bênção, vó!
- Deus te abençoe, filha. Cadê seu pai? Ah, ali está ele.
Norma dá um beijo no rosto do filho e todos vão para a sala de reuniões. Alana também está presente, e Helena acha justo que ela esteja junto, já que foi quem a ajudou.
- Sobre o que você quer falar, minha filha?
Dito pergunta, nitidamente preocupado.
- Eu tomei uma decisão. Vou embora da cidade novamente!
Helena fala de forma firme, sem demonstrar sentimento. O silêncio se espalha pela sala.
- Posso saber o motivo?
Norma pergunta, tentando manter a voz firme, mas claramente abalada.
- Desde que voltei pra cá, não tenho feito outra coisa a não ser chorar. Não há nada de bom para mim aqui, eu não sou feliz, não tenho um dia de paz. Se eu continuar vivendo assim, vou cair em depressão e não vou permitir iss