Gabriel segurava o braço dela com firmeza suficiente para impedir que Maya fosse embora, mas não forte. Nunca forte. Era quase pior assim, porque havia cuidado. Havia hesitação e isso fazia tudo parecer perigosamente real.
O apartamento estava silencioso outra vez, mas não como antes. O silêncio agora parecia vivo, pulsando entre os dois, carregado demais para ser ignorado. A cidade continuava acesa do lado de fora das janelas enormes da cobertura, luzes espalhadas pela noite como pequenas expl