No dia seguinte aconteceu.. não como um estouro mas como um ajuste de foco. Uma nova foto, um novo ângulo. Mais limpo, mais cruel. E, dessa vez não havia dúvida que era ela. A imagem não era próxima, não era invasiva no sentido óbvio mas era precisa:
Maya parada na porta do restaurante, o corpo levemente inclinado para frente, como se tivesse dado um passo e desistido no meio, as mãos ainda ocupadas — talvez com um pano, talvez com nada — presas em um gesto interrompido. E o olhar preso nele.