Eles voltaram a conversar depois disso, quase como antes. Quase. A leveza retornou aos poucos, testando o espaço, como se precisasse de permissão para existir de novo. Mas agora havia algo a mais... uma consciência silenciosa, sempre presente, marcando os contornos do que podia e do que não devia ser atravessado. Ainda assim, continuaram.
— Então… como é um dia normal seu aqui? — Gabriel perguntou, apoiando o cotovelo no balcão, mais relaxado.
Maya soltou um pequeno ar pelo nariz.
— Não existe