Camila sentia o peso reconfortante do corpo de Arjun contra o seu, quase adormecendo no peito dele. O calor da sala de cristais e o silêncio pós-êxtase eram um convite ao sono, mas a luz que atravessava as claraboias indicava que a manhã já estava no fim.
— Eu tenho yoga agora... — resmungou ela, apertando um pouco mais o abraço, relutante em sair daquele casulo azulado.
— Você deve ir — Arjun sussurrou, acariciando os ombros dela. — O corpo precisa integrar o que a alma experimentou.
Camila le