O verão de 1995 se findou junto à vida de Kevin Fisher, o garoto, o rapaz, o homem (sim, a ele cabia-se usar todos esses termos), que me apresentou a uma parte inteira do mundo.
Parece incoerente dizer “uma parte inteira”, mas garanto, com direito a um ponto de exclamação, que não é! Tampouco “o inteiro de uma parte”. Haja complexidade para compreendê-lo.
Kevin era um universo e, naquela tarde, este universo não teve um fim dentro do Mustang. Ele estava eternizado dentro das páginas escritas, i