Ela não parou. Ele a apertou no quadril, goz.ou, com um gemido mais alto saindo, a voz abafada de prazer.
— Pedi para parar. — ele disse.
Ela saiu de cima dele devagar, rindo.
— Não resisti. — ela disse.
Rayra deitou, com a cabeça para o lado oposto ao dele, as pernas entrelaçadas. Exaustos, ficaram em silêncio. Ela segurou a mão dele, entrelaçando os dedos nos seus. O celular de Victor tocou, e ele levantou para atender.
— E aí, cara, beleza? Sim, sim, uhum, beleza, já vou, tchau.
Rayra se sen