Isabella
O elevador abre e eu já vejo pela postura da recepcionista que não é uma visita comum.
Ela tenta falar.
Eu não paro.
Meu salto bate firme no chão enquanto atravesso o corredor novamente, cada passo mais decidido do que o anterior.
Dessa vez, eu não estou indo atrás de resposta.
Estou indo impedir outra mentira de se instalar.
A porta da sala dele está entreaberta.
Eu escuto vozes antes de entrar.
Victoria.
Calma demais.
Sempre calma demais.
Empurro a porta.
Os três olhares vêm na mesma