Rijonia começou a bater no meu peito, chorando:
— Eu te odeio, Romeo!
Deixei que ela descontasse sua raiva e frustração em mim. Até eu tinha vontade de dar umas palmadas em mim mesmo, pelo quanto eu estava sendo canalha.
Quando Rijonia cansou, me abraçou:
— Sei que podemos discutir. E encontrar uma solução... juntos.
— Não tem solução, Rijonia. Não é justo com você.
— Eu... vou te esperar.
— E enquanto isso perde a oportunidade de encontrar alguém legal.
— Alguém legal? — riu, com escárnio — vo