Senti uma dor enorme no corpo e resmunguei. Não me atrevi a me mexer, pois sei que ia doer muito. Uma leve carícia me fez abrir os olhos. Guilherme estava ao meu lado e passava a mão levemente em meu braço. Olhei ao redor e percebi que era um quarto de hospital. Alessandro estava do outro lado da cama me olhando. Observei a mim mesma e vi a minha mão enfaixada. Espero que tenham enfaixado a cara dela também. E de preferência de um jeito que ela não consiga respirar nunca mais!
Guilherme apoiou u