O comportamento de Daniel continuou estranho nos dias seguintes.
Mais calado.
Mais distante.
E isso não passou despercebido por ninguém.
No quartel, naquela manhã, ele tomou uma decisão.
Procurou o superior e pediu alguns dias de licença.
— Aconteceu alguma coisa? — perguntaram.
Daniel respondeu sem hesitar:
— Meu pai… ele não tá bem. Preciso ir pro Rio de Janeiro.
A notícia correu rápido entre o grupo.
Rafael foi um dos primeiros a saber.
— Seu pai? — perguntou, surpreso.
— É… piorou de repent