Eu me peguei brigando comigo mesma toda vez que derretia quando via Lucas com aquele filhote pretinho orelhudo, que dava vontade de apertar tantas vezes que eu nem sabia como conseguia me segurar. Em um momento, no banco de trás do carro, em meio a algumas risadas eu só capturei sua feição sorrindo para baixo, lembrando-me das melhores horas daquele dia e congelei aquela imagem na minha mente. Era lindo.
— O quê? — ele perguntou depois de perceber que eu o estava observando.
— Nada — eu disse a