Judith sempre foi uma mulher que conseguia tudo o que queria. Às vezes pela força, impondo sua presença de forma quase sufocante. Outras, pela manipulação silenciosa, sorrindo enquanto movia as peças como se a vida fosse um jogo — e as pessoas, descartáveis.
Quando o assunto era dinheiro, ela não conhecia limites. Não existia moral, não existia culpa. Existia apenas o desejo — cru, obsessivo — de ter mais.
E foi justamente essa ambição que destruiu a própria família.
Movida por esse des