A saga da menina que teve a mãe morta por pura ganância nunca deixou de ecoar dentro dela. Não era apenas uma lembrança — era um ruído constante, como um vidro quebrado que nunca parava de estalar dentro do peito. Às vezes vinha em forma de silêncio.
Outras, em forma de lembranças fragmentadas: o som de passos apressados, o cheiro metálico do medo, o olhar vazio de quem já não podia mais voltar.
O pai, hoje preso, matou o sequestrador num ato desesperado de justiça própria. Não houve julgam