Bernardo respirou fundo antes de tocar a campainha.
Pressionou o botão uma vez, depois outra, como se aquele pequeno gesto exigisse mais coragem do que deveria.
— Você já enfrentou coisa pior… — murmurou para si mesmo.
Mas nem ele acreditou nisso.
A porta se abriu, e, como já era esperado, não foi Dandara quem apareceu.
— Olha só quem voltou — disse Théo, encostado no batente, com um sorriso provocador. — Fala, cunhado.
Bernardo soltou um riso baixo ao entrar.
— Calma lá.
— Calma nada — Guilher