A mansão finalmente mergulhou no silêncio.
Depois de um dia inteiro cercado pelos filhos, amigos e risadas, Augusto fechou a porta da suíte principal e olhou para Helena.
Ela sorriu.
— Você está aprontando alguma coisa.
Ele levou a mão ao coração, fingindo ofensa.
— Eu?
— Eu conheço esse sorriso desde os meus dezoito anos.
Augusto riu.
— Então feche os olhos.
Helena obedeceu.
Sentiu-o segurar delicadamente sua mão e conduzi-la alguns passos para dentro do quarto.
Quando ele parou, ap