Já passava da meia-noite quando o último carro deixou a mansão Albuquerque.
Os jardins voltaram ao silêncio.
As luzes da varanda permaneceram acesas enquanto Augusto e Helena observavam os filhos se despedirem.
— Boa noite, pai! — Blenda acenou da escadaria.
Augusto sorriu imediatamente.
Ainda se emocionava toda vez que ouvia aquela palavra.
— Boa noite, filha.
Helena beijou a testa dela.
— Descanse.
— Vocês também.
Théo despediu-se dos dois com um abraço.
— Pode deixar que eu acompa