Mayra.
Eu olho para o homem que tem assombrado meus sonhos por quinze anos. Sinto o medo familiar que costumava me dominar. Meus ossos travam e meu coração se contrai. Não estou mais no quarto com ele e Alice. Em vez disso, estou de volta ao laboratório. De volta àquelas vezes em que ele me drogava e me estuprava.
“Como?” eu pergunto, com a voz trêmula.
Ele morreu. Ele deveria estar morto, mas aqui está ele. Muito vivo.
Eu o encaro tentando fazer meu cérebro funcionar. Para juntar as peças. Um l