Capítulo 32 — A Cripta de Têmis
O silêncio após a partida de Poseidon foi pior do que qualquer explosão.
A chuva caía pesada sobre Londres.
As ruas estavam destruídas.
Carros virados.
Vidros quebrados.
Água escorrendo pelos escombros como pequenos rios improvisados.
E no centro de tudo…
Belero permanecia imóvel.
As palavras de Deimos ainda ecoavam dentro dele.
O mesmo poder que afundou Atlântida.
Aquilo parecia impossível.
Não.
Pior do que impossível.
Parecia verdadeiro.
E isso era o que mais o