Mundo de ficçãoIniciar sessãoO vidro do copo tilintou contra o mármore quando Valentina o pousou na mesa. Seu olhar perdido se fixava na escuridão além da grande janela, onde a cidade se estendia abaixo dela, iluminada por milhares de luzes que pareciam tão distantes quanto sua própria sanidade.
A pasta de couro preta ainda estava sobre a mesa. As palavras escritas nela queimavam seus olhos como chamas invisíveis. Gabriel era culpado. Mas culpado de quê exatamente?






