Capítulo 104
O carro parou em frente à casa simples de Luana, no bairro quieto da cidade. A luz da varanda estava acesa, Robson desligou o motor e ficou segurando o volante. A marca vermelha no rosto dela o incomodava demais.
— Chegamos… — murmurou Luana.
Ela soltou o cinto e virou o rosto para ele. Seus olhos estavam brilhantes e vulneráveis.
— Entra um pouco? — convidou, quase sussurrando. — Não quero ficar sozinha agora. Só… um café. Ou água. Qualquer coisa.
Robson hesitou. Sabia que er