Cleide Magalhães
Assim que meu filho saiu com seu tutor e seu amigo, deixando as mulheres para trás, chamei todas para dançar e me deixei envolver pelo show que meu marido e meu filho haviam programado no nosso quintal. Eu estava eufórica.
Olhei para minha amiga Bia, agarrada ao seu “armário humano”, como ela gosta de chamar o marido. E, claro, não podia faltar a mais louca de nós três: Neide, que estava agarrada ao seu “Cuoco”, como passou a chamá-lo.
Nos voltamos para o pequeno palco, e meu m