Vanessa Díaz
Sinto a claridade no rosto, uma mão em meu seio esquerdo e uma perna encaixada entre a minha livre e o gesso. Me dá vontade de que ele me vire do avesso e me faça dele novamente, mas do jeito que estamos é difícil fazer qualquer coisa. Levanto-me devagar e saio da cama para ir ao banheiro. Por alguma obra divina, ele não acorda. Faço tudo o que preciso e escolho um vestido para vestir. Decido descer para pegar um copo d’água para o meu remédio.
Chegando ao andar de baixo, dou de ca