Taeju
— Fez, secretário. — Dojin mexeu a caneta preta em sua mão enquanto me encarava. — Há algo que fez de errado.
Tenso, busquei nas memórias. Eu não costumava cometer erros, mas andava tão sobrecarregado e confuso que talvez tivesse mesmo cometido algum erro.
Esperei que ele me dissesse, mas Dojin apenas me encarou daquele jeito estranho.
— Se puder me dizer, senhor, irei corrigir imediatamente.
— Eu não quero que corrija, secretário.
— Perdão?
— Você ouviu bem, não quero que corrija. Agora