Beatriz:
Entro no quarto com muita raiva, quem ele pensava que eu era, uma prostituta, ou alguém que ele podia usar e jogar fora depois, ainda tinha as lembranças dos seus toques e do seu beijos em meus lábios que ansiava por mais, mas não permitirei ser usada por um cara como ele, ele já demostrou que tem muito dinheiro e o que quer consegue, mesmo assim, juro que não vou me entregar, me jogo na cama frustrada com as palavras dele, “devemos conversa em casa querida, acho que aqui não é um luga