— É verdade. — eu admito, pegando um pedaço de algodão doce que Aaron me oferece. — Meu Deus, essa coisa excessivamente doce!
— Eu sei. Açúcar puro. — Aaron ri, arregalando os olhos para mim. — É por isso que é tão bom! — ele olha para os brinquedos: — Cara, quando eu era criança, depois do... — ele faz uma pausa em silêncio. — ... depois que eu conheci meus pais, eles me estragaram, me levando a jogos de beisebol. Eu passava muito mal comendo essa porcaria. — os cantos da boca transformam-se