Na manhã seguinte, o som do celular de Isabela vibrou incessantemente sobre o criado-mudo. Ela abriu os olhos devagar, ainda sonolenta, enroscada nos lençóis e com a lembrança quente da noite anterior pulsando no corpo. Leonardo já não estava ali — o travesseiro ao lado ainda guardava seu perfume amadeirado.
Ela pegou o celular, piscando diante da luz da tela. Uma série de chamadas perdidas e uma mensagem com um número desconhecido a fez franzir o cenho.
“Nos encontramos no Café do Lago às 10h.