257. O PASSADO DE ROUSSE
VICTORIA
Eu estava perdendo as esperanças. Quanto mais eu teria que sofrer diante de Dracomir para que ele me escolhesse?
Será que o feitiço que pesava sobre ele era realmente invencível?
Já sentia o calor das chamas perto do meu corpo, aquelas feras gritando lá embaixo, cheias de ódio e maldade.
Só conseguia olhá-lo com a alma apertada, pensando que, se ele permitisse que me queimassem viva... eu nunca o perdoaria.
Por mais dor que isso causasse, dessa vez, eu não deixaria passar.
É claro que