248. ÁRVORES DE ESPECTRO
SILAS
Através desses olhos que podiam perfurar corpos e corações sombrios, eu enxerguei os espectros presos dentro dos troncos dessas árvores.
Sombras repletas de ódio.
Seus corpos haviam morrido e apodrecido, mas sua sede de vingança, seus ressentimentos, seus espíritos continuavam aprisionados nessas prisões, onde enviavam os elementais para morrer quando já não eram mais úteis.
Levantei-me.
Os relâmpagos iluminaram a escuridão e eu os chamei com todo o meu poder.
Era por isso que essa magia