218. DECEPÇÃO X DECEPÇÃO
SILAS
Respiro fundo, acalmando meu caos interior, resoluto, como quando resistia e guardava meu ódio repetidamente, planejando um dia minha vingança.
Baixei minha mão, com as unhas sangrando, algumas arrancadas até a carne viva. Essa dor já não era algo que me afetava.
Peguei a máscara e a observei. Meu dedo deslizou pelo relevo da madeira escura.
Só preciso ser mais inteligente, fazer meus cálculos em silêncio e esperar.
Finalmente, caminhei de volta ao meu quarto, decidido a ser novamente o e