10. ATAQUE NA FLORESTA
VALÉRIA
Não é que eu tenha muito para juntar, faço um pequeno embrulho sobre a cama com algumas roupas velhas que me foram doadas e, o mais importante, o dinheiro que o Rei me deu.
Só tenho isso para sobreviver.
Amparada pela noite e pela escuridão, ando pelos corredores, olhando assustada para todos os lados, com uma clara intenção de fugir.
Chego à cozinha e procuro a porta dos fundos, claro que não me arriscarei a sair pela porta principal.
Ao olhar o balcão onde servem a comida do Rei, uma