O café finalmente acaba, e, como sempre, ninguém tem coragem de ser o primeiro a levantar antes do rei. Quando Eron termina, apenas gira a cadeira de rodas e sai do salão sem dizer uma única palavra pra mim, sem olhar pra trás, sem nem fingir que lembra que eu sou a noiva dele.
Penso, mordendo por dentro: “Maldito. Nem pra se fingir de noivo apaixonado.”
Se ele quer acordo, vai ter que atuar também. Vou exigir isso dele: se não fizer a parte dele, nada de acordo. Não vou permitir que ele me hum