Theron encontrou Lira. Trouxe-a de volta. E, em poucas semanas, tudo mudou. O “minha menina” passou a ter um endereço mais óbvio, um rosto que combinava com lembranças que Princesa nunca pôde disputar: o rosto da filha biológica, da herdeira do sangue, da menina que carregava o nome de Luara sem precisar se esforçar.
Agora, Princesa não era mais a filha dele. Era “a menina que ele criou”. Enquanto Lira era “a filha”.
Aquilo a enfurecia num nível que ela não conseguia colocar em palavras. Mas co